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10º Prix Photo Aliança Francesa

10º Prix Photo Aliança Francesa

ABERTURA DAS INSCRIÇÕES DO 10º PRIX PHOTO ALIANÇA FRANCESA 

O “Prix Photo Aliança Francesa” abre suas inscrições no dia 10 de fevereiro celebrando uma década de realizações. Sob o tema “Reflexos”, o importante concurso nacional de fotografia da Aliança Francesa oferece ao primeiro colocado uma viagem a Paris com direito a acompanhante, além de uma exposição coletiva com os três primeiros colocados na Galeria da Aliança Francesa Botafogo. De 10 de fevereiro até 10 de abril de 2021, através do site: www.prixphotoaf.com.br

Considerada a maior ONG cultural do planeta com DNA de cultura colaborativa, a Aliança Francesa completou 135 anos de presença no Brasil em 2020 e para além do ensino de idioma, oferece um rico leque de atividades culturais, como o Prix Photo Aliança Francesa, concurso nacional de fotografias em sua 10ª edição e com inscrições abertas 10 de fevereiro de 2021 até o dia 10 de abril de 2021, às 23h59min (vinte e três horas e cinquenta e nove minutos) horário de Brasília, através do site: http://www.prixphotoaf.com.br.
“Terra d'água”, do fotógrafo Benoît Fournier 
Após o preenchimento online da ficha de inscrição, os participantes deverão enviar também via site, através de “upload”, a série com as 10 fotografias coloridas ou preto e branco, sob o tema “Reflexos”, proposto nesta edição e ilustrado por uma fotografia da série “Terra d'água” do fotógrafo Benoît Fournier, ganhador da edição de 2013.  As imagens poderão ser manipuladas ou não, no tamanho máximo de 2mb e em formato JPG e obtidas por meio de equipamento analógico (câmera de qualquer formato, pinhole ou outra técnica) ou digital

O Prix Photo Aliança Francesa é aberto a fotógrafos profissionais e amadores, e busca valorizar propostas artísticas originais, experimentais, sejam abstratas ou documentais, e que possam oferecer um olhar diferenciado sobre as temáticas atuais propostas pelo concurso e que representam um eco das grandes questões de nosso tempo. 

O reflexo se encontra nas bases da fotografia, desde sua invenção no século XIX: nos primeiros experimentos, para se produzir uma foto era necessário captar o reflexo da luz sob uma superfície. Apesar das muitas mudanças desse dispositivo até o surgimento das câmeras digitais e smartphones, a fotografia continua sendo feita de reflexos: reflexos das novas vivências e subjetividades, reflexos de uma sociedade transformada pelas tecnologias, reflexos das novas práticas artísticas e suas infinitas possibilidades. Mesmo nesse momento de crise mundial, a fotografia continua sendo uma das principais ferramentas para retratar e denunciar os reflexos da pandemia nas relações humanas. Nessa décima edição do Prix Photo Aliança Francesa, o tema Reflexos propõe uma reinterpretação da essência da fotografia diante das transformações do mundo contemporâneo e dos desafios atuais.  
Realizado pela rede das Alianças Francesas do Brasil, em parceria com a Air France e o Hotel Santa Teresa, o Prix Photo Aliança Francesa irá premiar o 1° lugar com uma viagem com acompanhante para Paris com bilhetes Air France. O 2° lugar recebe um fim de semana para duas pessoas no Santa Teresa Hotel RJ MGallery e o vencedor do prêmio do júri popular ganha uma bolsa de um semestre na Aliança Francesa. O concurso conta com apoio cultural  do Foto Rio, um dos mais importantes festivais de fotografia da América do Sul, do Festival PhotoClimat, da revista francesa Halogénure, a rede francesa de locais de exibição Réseau Diagonal.
No júri farão parte Benoit Capponi, fotógrafo, fundador e membro do conselho da Revista Francesa Halogénure, voltada para a fotografia analógica e processos experimentais; Erika Negrel, secretária geral do Réseau Diagonal, rede que reúne locais de exibição, prática e produção fotográfica na França; a fotógrafa Erika Tambke, que integra a equipe de coordenação do FotoRio 2020 e coordena a Semana de Ocupação Visual/FotoRio desde 2019; Eugênio Sávio - professor de fotografia e fotojornalismo, fotógrafo na área editorial e organizador do Festival de Fotografia de Tiradentes; João Kulcsár – professor, autor e curador de exposições fotográficas; Marina Alves - fotógrafa e cientista social, professora de fotografia e componente da Comissão de Mulheres organizadora do Festival FotoRio 2018; e Nicolas Henry, consagrado fotógrafo francês que já expôs na Galeria AF em 2019 e organizador do festival PhotoClimat.  

SOBRE A 9ª EDIÇÃO DO PRIX PHOTO ALIANÇA FRANCESA

Em 2019 sob o tema Fronteiras, o concurso recebeu mais de 200 portfólios de participantes inscritos. O vencedor do júri oficial a edição 2019 foi o cearense, Osmar Gonçalves dos Reis Filho (Fortaleza, CE) com a série “A Sobrevivência dos Vagalumes”, premiado com viagem a Paris com direito a acompanhante. A segunda colocada foi a carioca Kitty Paranaguá com a série “Tempo Presente”. O prêmio do júri popular foi concedido à Giuliana Mota de Mesquita (Nova Friburgo, RJ), pelo ensaio “Olhar Fronteiriço”. Além dos dois primeiros colocados, destacou-se o ensaio “Favelicidade”, de Luiz Baltar (Rio de Janeiro, RJ), ao qual foi conferida uma menção honrosa.  Em razão da atual pandemia de Covid-19 e as recomendações de segurança das autoridades sanitárias, a 9ª edição do Prix Photo Aliança Francesa ganhou uma exposição virtual interativa dos vencedores da edição de 2019, disponível no site www.prixphotoaf.com.br

SOBRE OS VENCEDORES DA 9ª EDIÇÃO DO PRIX PHOTO ALIANÇA FRANCESA

O ensaio “A Sobrevivência dos Vagalumes”, de Osmar Gonçalves dos Reis Filho (Fortaleza, CE), primeiro lugar do júri oficial, discutiu os limites das fronteiras nas ruas de cidades da América Latina, fotografadas à noite. Segundo o autor, “me surpreendo com o grande número de ambulantes povoando as praças, ocupando as calçadas, disputando cada centímetro vago nas esquinas. Envoltos na penumbra, eles emergem como vagalumes, como pequenos seres luminescentes, erráticos que, por meio de seus gestos nômades, afirmam outros modos de compreensão da cidade, outras formas de viver e praticar o espaço urbano.”

O ensaio “Tempo Presente”, de Kitty Paranaguá (Rio de Janeiro, RJ), segundo lugar do júri oficial, trouxe à tona uma visão poética do tema. Segundo a autora, “o foco do projeto é o embate homem, arquitetura, fronteira, natureza e todo o drama e a poesia que envolvem esta luta”. As consequências das mudanças climáticas, fruto da intervenção do homem sobre a natureza, criam uma metáfora com a realidade dos dias de hoje.

Além dos dois primeiros colocados, destacou-se o ensaio “Favelicidade”, de Luiz Baltar (Rio de Janeiro, RJ), ao qual foi conferida uma menção honrosa. O fotógrafo documenta a construção das paisagens, sociais e políticas, fundamentadas em memórias pessoais e coletivas do cotidiano das favelas do Rio de Janeiro e “as fronteiras invisíveis de uma cidade partida”.

SOBRE O JÚRI DA 10ª EDIÇÃO
Benoit Capponi
Benoit Capponi tem 52 anos. Simultaneamente conduz atividades de formador e autor fotógrafo principalmente em torno de noções de tempo e matéria, com grande importância dada ao artesanato e à existência material da imagem, com trabalho em fotografia analógica e processos antigos. É membro do conselho editorial e fundador da revista Halogénure. Desde 2018, ele dirige a galeria e laboratório Le Studio Spiral em Grenoble e é membro do conselho de administração da Maison de l'Image.

Erika Negrel
Erika Negrel é secretária geral da Diagonal, a rede francesa de locais de exibição, prática e produção fotográfica. A partir de 2008 participou na estruturação de uma das primeiras redes de arte contemporânea na França em Marselha "Provence Art Contemporain" (ex Marselha expos) e apoia a criação contemporânea, em especial nos programas de residência de criação (Triangle France, MP2013 Capitale European Culture). Em 2017 fundou a COLLECTIVE, escritório de apoio à profissionalização e desenvolvimento de projetos de artes visuais.

Erika Tambke
Erika integra a equipe de coordenação do FotoRio 2020 e coordena a Semana de Ocupação Visual/FotoRio desde 2019.
Fotógrafa independente, Doutoranda em Mídia e Mediações Socioculturais na ECO/UFRJ, Mestre em Cultura Visual pela Birkbeck College, University of London e Bacharel em Geografia (UFRJ). Sua pesquisa é sobre a fotografia popular no Rio de Janeiro, como uma forma de diversificar as narrativas da cidade, contraponto às imagens de cartão-postal. É integrante do Coletivo Favela em Foco.
Erika já trabalhou como fotógrafa em Londres e depois foi coordenadora da Agência do Imagens do Povo, no Rio. Hoje atua como fotógrafa e professora de fotografia em cursos livres, no Rio e outras cidades. Recentemente vem participando como moderadora de mesas-redondas sobre fotografia com a Magnum no Brasil, World Press Photo, entre outros. Apresentou o seu trabalho em três exposições solo: Corações em Festa (Rio de Janeiro, 2019); Linhas, traços e outras buscas: da Fazenda Nacional à Lagoa (Rio de Janeiro, 2016);  Joy'n'Carnival (Londres, 2008) além de mostras e exposições coletivas: Monomito (Recife, 2016), Cyanotype Day (New Orleans, 2017), Fotografia + Cidadania (FotoRio Resiste, Rio de Janeiro, 2018) A Porra da Arte (Rio de Janeiro, 2019).
 
Eugênio Sávio
Graduado em jornalismo (UFMG), mestre em Comunicação e Cultura (UFRJ). Professor de fotografia e fotojornalismo na PUC Minas. Fotógrafo na área editorial. Desde 2004 se dedica a promover a difusão da produção fotográfica autoral brasileira, a qualificação e a atualização dos artistas que utilizam a fotografia através de ações do projeto Foto em Pauta, que promove palestras, exposições, cursos e o Festival de Fotografia de Tiradentes.

João Kúlcsar
Mestre em artes pela Universidade de Kent, Inglaterra, professor visitante na Universidade de Harvard. Coordenador e professor do SENAC-SP desde 1990. Curador de exposições fotográficas: Claudia Andujar, Cristiano Mascaro, Maureen Bisilliat, Thomaz Farkas, Henri Cartier-Bresson e Elliott Erwitt, entre outras. Autor de vários livros como: Retratos Imigrantes e Herança Compartilhada. Editor do site www.alfabetizacaovisual.com.br.

Marina Alves
Marina Alves é fotógrafa e cientista social, formada pela Universidade Federal Fluminense. Especialista em Educação das Relações étnico raciais pela CEFET/RJ, foi formadora do projeto A Cor da Cultura em 2012 e coordenadora do curso de formação de professores em história da África e educação das relações étnico-raciais do Centro de Articulação das Populações Marginalizadas (CEAP) em 2013. Na área da fotografia, é fotógrafa e operadora de câmera no núcleo Agoyá de criação e produção audiovisual e professora de fotografia na COART/UERJ e no projeto Cultura de Direitos - Prefeitura de Maricá/RJ, além de componente da Comissão de Mulheres organizadora do Festival FotoRio 2018. Sua relação com a fotografia se tornou inseparável da percepção de sua dimensão política e seu poder narrativo subliminar, arma da escolha, assim como disse o fotógrafo afro-americano Gordon Parks. Hoje, considera que está concebendo um acervo de fotografias documental que tem por objetivo visibilizar as pautas dos movimentos sociais principalmente, movimento negro e de mulheres.

Nicolas Henry
Nicolas Henry é um fotógrafo e diretor artístico francês. Primeiro designer de iluminação e cenógrafo, depois diretor do projeto “6 milliards d'autres” de Yann Arthus-Bertrand, ele agora desenvolve seu trabalho pessoal. As suas séries produzidas em todo o mundo, os seus contos fotográficos e as suas instalações monumentais são o teatro de universos oníricos construídos por comunidades inteiras, que testemunham os seus compromissos solidários, humanistas e ambientais.

SOBRE OS PARCEIROS CULTURAIS
FotoRio

O FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro tem como objetivo valorizar a fotografia como bem cultural, dando visibilidade aos grandes acervos e coleções públicas e privadas e à produção fotográfica contemporânea brasileira e estrangeira, através de exposições, projeções, intervenções urbanas, cursos, seminários, oficinas, mesas-redondas, palestras, conferências e leituras de portfólio. A intenção é destacar, através de um evento de porte internacional, a importância da fotografia no campo da arte, na comunicação e na vida social contemporânea. O evento é bienal, acontecendo nos meses de junho e julho, e teve sua primeira edição em 2003.

Rede Diagonal

A rede Diagonal, fundada em 2009, é a única rede na França que reúne estruturas de produção e distribuição dedicadas à fotografia. Participa da estruturação da criação fotográfica; apoia a profissionalização de artistas fotógrafos e está comprometida com o desenvolvimento da educação artística e cultural em todo o território.

https://reseau-diagonal.com/ 

Revista Halogénure

Halogénure é uma revista fotográfica semestral principalmente dedicada às práticas analógicas e aos processos pré-industriais que explora a vitalidade de uma área periférica e muito ativa da fotografia contemporânea. A Halogénure é composta por três cadernos temáticos por edição.
O equipe da Halogénure fixou-se no programa de oferecer visibilidade pública - especializada ou não - num conjunto de fotógrafos e obras destes universos marginais mas extremamente activos que são os chamados processos fotográficos « alternativos », um vasto conjunto que engloba a estética e tendências técnicas tão diversas quanto variadas e experimentais.

PhotoClimat, a bienal social e ambiental de Paris

Por iniciativa do fotógrafo Nicolas Henry, a bienal Photoclimat oferecerá em setembro de 2021 um roteiro expositivo no coração de Paris que reúne artistas e grandes atores do compromisso ecológico e social na França. Assim, Photoclimat apoiará a revolução verde através de uma experiência artística e comprometida ao ar livre, oferecendo uma cenografia única que integrará os princípios da economia circular e do eco-design.

SOBRE A ALIANÇA FRANCESA

Com 135 anos de atividades no Brasil em 2020, a Aliança Francesa é uma referência no idioma e, sem dúvida, a instituição mais conhecida do mundo, quando o assunto é a difusão da língua francesa e das culturas francófonas. Possui, atualmente, mais de 830 unidades em 132 países, onde estudam cerca de 500.000 alunos. Na França, ela conta com escolas e centros culturais para estudantes estrangeiros. O Brasil tem a maior rede mundial de Alianças francesas com 37 associações e 68 unidades. 
É a única instituição no Brasil autorizada pela Embaixada da França a aplicar os exames que dão acesso aos diplomas internacionais DELF e DALF, reconhecidos pelo Ministério da Educação Nacional francês. A Aliança Francesa também é centro de exames oficial para aplicação de testes internacionais com validade de dois anos TCF (Teste de Conhecimento do Francês) e TEF Canadense (Teste de Avaliação de Francês) e do teste nacional com validade de um ano Capes (reconhecido pelas agencias CAPES e CNPq do MEC). 
Neste ano, em comemoração ao seu 135º aniversário, a Aliança Francesa terá grande quantidade de novidades. Dentre elas, a mudança no método de ensino, que trará maior dinamismo para as salas de aula, com ferramentas digitais e conteúdos muito atuais sobre toda cultura francófona, transformando as aulas em verdadeiros centros de debates de ideias e aprendizado colaborativo. 

Serviço: 
Prix Photo Aliança Francesa 2020
Período de Inscrições: 10 de fevereiro até 10 de abril de 2021.
Site: http://www.prixphotoaf.com.br

Exposição virtual e interativa: www.prixphotoaf.com.br

Aliança Francesa – Rua Muniz Barreto, 730, Botafogo
(21) 2286-4248 / 2539-4118

www.rioaliancafrancesa.com.br
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  • 10.Fev a 10Abr

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